CURSO NADADOR SALVADOR

150h


Apresentação

O Nadador-Salvador é o profissional que exerce a atividade de salvamento em meio-aquático, onde se incluem as praias, as piscinas e outros locais onde ocorram práticas aquáticas, utilizando os meios, procedimentos e técnicas adequados. Este profissional possui, igualmente, competências para o exercício de atividades relacionadas com informação, prevenção, socorrismo e suporte básico de vida, em qualquer circunstância, no âmbito do salvamento aquático.

Destinatários|as

Público em geral

Requisitos de Admissão:

Idade mínima de 18 anos, à data de início do curso;

Possuir habilitações académicas correspondentes à escolaridade obrigatória mediante a idade;

De acordo com a Lei nº85/2009 de 27 Agosto, a escolaridade mínima é determinada em função da data de nascimento: 

  Até 31 dezembro 1966, 4º ano de escolaridade 

  Entre 1 janeiro 1967 e 31 dezembro 1980, 6º ano de escolaridade 

  Entre 1 janeiro 1981 e 31 agosto 1997, 9º ano de escolaridade 

  A partir de 1 setembro 1997, 12º ano de escolaridade                 

Ter domínio da língua portuguesa e conhecimento (preferêncial) da língua inglesa;
Possuir robustez física e perfil psíquico (comprovados por atestado médico) para o exercício da atividade de Nadador Salvador.

Objectivos Gerais

Dotar os formandos de capacidades e competências na área do salvamento aquático para desempenharem funções como nadador-salvador.

Conteúdos Programáticos

1. Enquadramento Histórico, Legal e Cívico do Nadador-Salvador

1.1. Enquadramento histórico do ISN.
1.2. A evolução histórica da assistência a banhistas.
1.3. Legislação em vigor que defina:
1.4. ▫ As competências do ISN;
1.5. ▫ O regime jurídico aplicável ao nadador-salvador;
1.6. ▫ A atividade profissional do nadador-salvador;
1.7. ▫ Os uniformes do nadador-salvador;
1.8. ▫ Os equipamentos e materiais a serem utilizados pelos nadadores-salvadores;
1.9. ▫ A sinalética;
1.10. ▫ O regime sancionatório aplicável ao nadador-salvador;
1.11. ▫ Regras de abordagem perante um banhista;
1.12. ▫ Regulamento e normas de conduta de nadador-salvador;
1.13. ▫ Conduta profissional.
1.14. Conselhos aos banhistas.
1.15. ▪ Perigos ambientais.
1.16. ▪ Principais problemas ambientais associados à profissão do nadador-salvador.
1.17. ▪ Promoção de boas práticas para o meio ambiente.
1.18. ▪ Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho (HSST):
1.19. ▫ A importância da HSST para o nadador-salvador;
1.20. ▫ Perigos e riscos para o nadador-salvador.
1.21. ▪ Saúde ocupacional:
1.22. ▫ Melhorar aspetos da saúde do nadador-salvador;
1.23. ▫ Aspetos específicos para melhorar a condição física.

2. Morfologia e Material de Praias

2.1. Praias.
2.2. ▪ Definição.
2.3. ▪ Praias marítimas:
2.4. ▫ Tipos de ondas;
2.5. ▫ Correntes;
2.6. ▫ Marés.
2.7. ▪ Praias fluviais:
2.8. ▫ Perigos ambientais.
2.9. ▪ Material e equipamentos de assistência a banhistas.
2.10. ▪ Planos Integrados:
2.11. ▫ Plano Integrado de Assistência a Banhistas (PIAB);
2.12. ▫ Plano Integrado de Salvamento (PIS);
2.13. ▫ Dispositivo de Segurança.

3. Classificação, Riscos e Dispositivos de segurança em Piscinas

3.1. Piscinas.

3.2. ▪ Definição.
3.3. ▪ Classificação e tipologia.
3.4. ▪ Perigos e riscos:
3.5. ▫ Ambientais;
3.6. ▫ Humanos.
3.7. ▪ Material e equipamentos de assistência a banhistas.
3.8. ▪ Plano Integrado:
3.9. ▫ Dispositivo de Segurança (DS)
3.10. Sistemas de vigilância.
3.11. ▪ Sistemas de observação.
3.12. ▪ Sinalética.

4. Abordagem geral de noções básicas de primeiros socorros

4.1. O Sistema Integrado de Emergência Médica - SIEM:
4.2. ▫ Componentes, intervenientes e forma de funcionamento;
4.3. ▫ Número europeu de socorro 112.
4.4. ▪ Cadeia de sobrevivência:
4.5. ▫ Conceito e importância;
4.6. ▫ Elos e princípios subjacentes.
4.7. ▪ Riscos para o Reanimador:
4.8. ▫ Riscos para o reanimador e para a vítima;
4.9. ▫ Condições de segurança e medidas de proteção universais.
4.10. ▪ Manobras de Suporte Básico de Vida:
4.11. ▫ Conceito de acordo com o algoritmo vigente;
4.12. ▫ Procedimentos e sequência;
4.13. ▫ Insuflações e compressões torácicas;
4.14. ▫ Problemas associados.
4.15. ▪ Posição Lateral de Segurança:
4.16. ▫ Como e quando a sua utilização.
4.17. ▪ Obstrução da via aérea:
4.18. ▫ Situações de obstrução parcial e total;
4.19. ▫ Tipos e causas de obstrução.
4.20. ▪ Exame à vítima:
4.21. ▫ Estado de consciência da vítima e permeabilidade da via aérea;
4.22. ▫ Características da respiração, pulso e pele.
4.23. ▪ As emergências médicas mais frequentes:
4.24. ▫ Principais sinais e sintomas.
4.25. ▫ Principais cuidados a prestar:
4.26.  Problemas cardíacos;
4.27.  Problemas respiratórios;
4.28.  Acidente vascular cerebral;
4.29.  Diabetes;
4.30.  Crises convulsivas;
4.31.  Situações de intoxicação.
4.32. ▪ Limites de intervenção na perspetiva de cidadão e de auxiliar de saúde
4.33. ▪ Principais tipos de traumatismos:
4.34. ▫ Traumatismos de tecidos moles (feridas e hemorragias);
4.35. ▫ Queimaduras;
4.36. ▫ Traumatismos dos membros;
4.37. ▫ Limites de intervenção na perspetiva de cidadão e de auxiliar de saúde.
4.38. ▪ Tarefas que, em relação a esta temática, se encontram no âmbito de intervenção do TAS.
4.39. ▪ Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão
4.40. ▪ Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sem apoi

5. Primeiros socorros específicos do salvamento no meio aquático

5.1. Cadeia de sobrevivência:
5.2. ▫ Conceito e importância;
5.3. ▫ Elos e princípios subjacentes.
5.4. ▪ Riscos para o Reanimador:
5.5. ▫ Riscos para o reanimador e para o náufrago;
5.6. ▫ Condições de segurança e medidas de proteção universais.
5.7. ▪ Manobras de Suporte Básico de Vida aplicado ao afogamento:
5.8. ▫ Conceito de acordo com o algorítmico vigente;
5.9. ▫ Procedimentos e sequência;
5.10. ▫ Insuflações e compressões torácicas;
5.11. ▫ Problemas associados.
5.12. ▪ Oxigenoterapia:
5.13. ▫ Conceito e importância;
5.14. ▫ Métodos para administrar oxigénio;
5.15. ▫ Equipamentos para a administração de oxigénio;
5.16. ▫ Cuidados a ter na administração do oxigénio.

6. Técnicas de resgate aplicáveis ao salvamento no meio aquático

6.1. Fases do salvamento (algoritmo do salvamento):
6.2. ▫ Reconhecimento;
6.3. ▫ Planeamento;
6.4. ▫ Ação.
6.5. ▪ Tipos de náufragos:
6.6. ▫ Naufrago consciente cansado;
6.7. ▫ Náufrago consciente em pânico;
6.8. ▫ Náufrago aparentemente inconsciente.
6.9. ▪ Triagem de náufragos.
6.10. ▪ Técnicas de entrada na água:
6.11. ▫ Em deslize;
6.12. ▫ Corrida e nado;
6.13. ▫ Salto na passada;
6.14. ▫ Mergulho.
6.15. ▪ Técnicas de aproximação ao náufrago.
6.16. ▪ Técnicas de salvamento com meios:
6.17. ▫ Boia circular;
6.18. ▫ Boia torpedo;
6.19. ▫ Cinto de salvamento;
6.20. ▫ Vara de salvamento;
6.21. ▫ Carretel;
6.22. ▫ Prancha de salvamento.
6.23. ▪ Técnicas de salvamento sem meios:
6.24. ▫ Reboque convencional;
6.25. ▫ Reboque pelos maxilares;
6.26. ▫ Reboque pelas axilas;
6.27. ▫ Reboque com braços em V;
6.28. ▫ Reboque cruzado.
6.29. ▪ Técnicas de libertação:
6.30. ▫ Estrangulamento de frente;
6.31. ▫ Estrangulamento de costas;
6.32. ▫ Prisão das mãos;
6.33. ▫ Gravata de frente;
6.34. ▫ Abraço de costas com prisão dos braços;
6.35. ▫ Prisão de dois pés.
6.36. ▪ Aplicar técnicas de evacuação do náufrago na água:
6.37. ▫ Praia:
6.38.  Marcha com assistência ao náufrago;
6.39.  Arrasto;
6.40.  «À bombeiro»;
6.41.  A dois.
6.42. ▫ Piscina:
6.43.  Declive suave;
6.44.  Declive acentuado;
6.45.  Sinalética entre nadadores-salvadores.

7. Treino da Condição Física

7.1. Natação.
7.2. ▪ Aperfeiçoamento das técnicas:
7.3. ▫ Crawl;
7.4. ▫ Bruços;
7.5. ▫ Costas;
7.6. ▫ Mariposa;
7.7. ▫ Natação de salvamento.
7.8. ▪ Treino de velocidade e resistência.
7.9. ▪ Corrida.
7.10. ▪ Aperfeiçoamento da técnica de corrida.
7.11. ▪ Treino de velocidade e resistência.

Investimento

Curso Nadador Salvador

€250

Curso SBVDAE

Durante o curso de NS, poderá opcionalmente tirar o curso de SBVDAE (preço exclusivo para os formandos do curso de nadador salvador)

€40